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Qual o valor de um programa bilíngue para escolas? Custo, cobrança e retorno

O valor de um programa bilíngue para a escola se resolve em três contas: o que a escola investe, o que pode cobrar das famílias e o que volta em matrículas e retenção. Olhar só para a primeira deixa a decisão pela metade.

A pesquisa Panorama do Ensino Bilíngue na Educação Privada Brasileira, feita pelo Edify com gestores de escolas privadas de 25 estados e do Distrito Federal, mostra o que acontece depois da decisão: 83% das escolas com programa ganharam alunos, e em 59% delas o quadro de professores de inglês continuou o mesmo.

Aqui você vê o que compõe o custo, por que ele muda de uma escola para outra, como funciona a cobrança das famílias e como estimar o retorno da sua escola.

Conteúdo do Post

O que compõe o valor de um programa bilíngue para a escola?

O valor de um programa bilíngue é a soma de três contas: investimento (material, formação de professores e horas de aula), cobrança (como e quanto repassar às famílias) e retorno (matrículas, retenção e reputação). Cada conta responde a uma pergunta de quem decide:

  • Investimento: o que a escola precisa pagar e organizar para começar?
  • Cobrança: como a família paga e quanto sobra para a escola?
  • Retorno: quantos alunos a mais, e por quanto tempo, justificam a conta?

Os números deste texto vêm da pesquisa quantitativa que o Edify fez com diretores, mantenedores e coordenadores em fevereiro e março de 2023. Entre os respondentes, 72% já tinham programa bilíngue. Os dados completos estão na pesquisa Panorama.

Quanto custa um programa bilíngue para a escola?

O custo de um programa bilíngue para a escola depende do modelo contratado, do número de alunos e das horas de inglês por semana, por isso não existe um preço único de mercado. Ele se divide em poucos blocos, e entender cada um já ajuda a comparar propostas.

O que entra no custo de um programa bilíngue?

O custo reúne quatro frentes:

  • Material didático físico e digital para cada etapa atendida.
  • Formação dos professores de inglês, inicial e continuada.
  • Horas de aula adicionais, que podem pedir ajuste no quadro docente.
  • Comunicação com as famílias: reunião de apresentação, materiais de divulgação e relatórios de acompanhamento.

Na implantação do Edify, parte disso já vem no pacote: reunião de boas-vindas, sondagem do nível dos alunos, treinamento inicial dos professores e kits de marketing físico e digital.

Programa bilíngue, escola bilíngue ou curso de idiomas: qual custa mais?

Para a escola, o programa bilíngue costuma ser o caminho de menor reestruturação. A empresa parceira entrega material, método e formação, enquanto a escola bilíngue exige currículo integrado em duas línguas e o curso de idiomas deixa a conta inteira com a família.

O que separa os modelos é o desenho, e a lei ajuda a enxergar isso. Pelo parecer CNE/CEB nº 2/2020, uma escola só pode se chamar bilíngue quando cumpre uma carga mínima na língua adicional: de 30% a 50% das atividades curriculares na Educação Infantil e no Ensino Fundamental, e no mínimo 20% no Ensino Médio. O programa bilíngue amplia a carga de inglês sem transformar a escola em bilíngue.

Tabela comparando programa bilíngue, escola bilíngue e curso de idiomas em custo para a escola e para a família

A escola precisa contratar mais professores de inglês?

Nem sempre. No Panorama, 59% das escolas mantiveram a mesma quantidade de professores de inglês depois de implantar o programa.

O ponto de atenção é a qualificação. 38% das escolas com programa apontam professor qualificado como principal desafio, e o Observatório para o Ensino da Língua Inglesa mostra que só 18% dos professores de inglês no Brasil têm formação considerada adequada. Por isso a formação continuada pesa tanto na escolha do parceiro. No Edify, são 30 horas de desenvolvimento ao longo do ano, com mentoria e certificação Edify.

Quanto a escola pode cobrar das famílias por um programa bilíngue?

A escola define o valor a partir do próprio custo, da margem que deseja e da mensalidade que já pratica. No Panorama, 71% das escolas reajustaram a mensalidade depois de implantar o programa, 20% não reajustaram e 9% não responderam.

Por que o valor de um programa bilíngue varia tanto de uma escola para outra?

O valor varia porque cada escola monta uma conta diferente. Estes fatores são os que mais pesam:

  • Etapas atendidas. No Panorama, 91% das escolas oferecem o programa nos anos iniciais do Fundamental, 84% na Educação Infantil, 59% nos anos finais e 16% no Ensino Médio.
  • Número de alunos no programa.
  • Carga horária semanal de inglês. Para ser considerada carga estendida, são no mínimo 3 horas semanais, e 62% das escolas pesquisadas entregam 5.
  • Programa escolhido. O Edify Essential (2 horas de base linguística e 3 de CLIL por semana, com nível B1 do CEFR) e o Edify Premium (nível B2) têm propostas pedagógicas diferentes, por exemplo.
  • Horário regular ou contraturno. 84% implantaram no horário regular e 16% no contraturno.
  • Quadro docente: manter, requalificar ou contratar professores.
  • O que está incluído: material físico e digital, plataforma, formação, mentoria e mensuração do aprendizado.
  • Perfil da escola e das famílias: mensalidade atual, região e margem de lucro desejada.

Por isso um preço de referência de mercado engana: ele mistura modelos, etapas e cargas horárias que não são comparáveis.

O caminho mais seguro é simular com os dados da própria escola, e a Calculadora Edify 2.0 faz isso a partir do estado, do segmento, do número de alunos, do valor da hora/aula do professor, das horas semanais de inglês, da mensalidade e da margem desejada.

Adicional na mensalidade ou cobrança do material?

São dois caminhos. No adicional, o valor entra na mensalidade e todos os alunos participam, que é o desenho de quem coloca o programa na grade regular. Na cobrança do material, a escola mantém a mensalidade e repassa o custo do material didático, alternativa que a própria calculadora apresenta.

No contraturno, o modelo costuma ser de adesão: só participa quem paga. Segundo o Panorama, isso forma turmas menores e mistura alunos de salas e até de anos diferentes, o que pesa na dinâmica das aulas.

Como a família percebe o valor do programa bilíngue?

A família percebe o valor quando enxerga o progresso. No Panorama, 30% das escolas com programa apontam como desafio tornar o aprendizado visível para as famílias, e é nesse ponto que a cobrança se sustenta.

A leitura do Edify sobre a pesquisa é que o reajuste praticado fica abaixo do valor de um curso de inglês externo, e a família ainda economiza deslocamento e tempo, porque o aprendizado acontece dentro da escola. No Edify Play, professores, alunos e responsáveis acompanham os resultados em relatórios, o que ajuda a mostrar essa evolução.

Qual o retorno de um programa bilíngue para a escola?

O retorno aparece primeiro em matrículas. No Panorama, 83% das escolas que adotaram programa bilíngue ganharam alunos, e cerca de 1 em cada 3 cresceu mais de 40%, sem contar o efeito do reajuste de mensalidade.

Resultados da pesquisa Edify sobre o valor do programa bilingue: 83% das escolas com programa bilíngue ganharam alunos

Quanto o programa traz em matrículas e retenção?

Além do número, vale ouvir depoimentos que Comprovam:

Quando se trata de implementar um programa bilíngue em sua escola, a escolha da solução ideal vai além de simplesmente adicionar um novo curso ao currículo. Trata-se de encontrar um parceiro que entenda as necessidades pedagógicas, que apoie o desenvolvimento contínuo dos professores e que, acima de tudo, ofereça um impacto positivo mensurável na experiência de aprendizagem dos alunos. O Edify, com sua abordagem diferenciada, é uma dessas soluções, e os depoimentos de gestores que já adotaram o programa em suas instituições reforçam a eficácia dessa escolha.

Luciana Ramalho, Diretora Pedagógica do Colégio Algodão Doce no Rio de Janeiro, compartilha uma experiência reveladora: “Estamos com o Edify há três anos, e o nível de satisfação não poderia ser melhor. Já tivemos muitos retornos dos pais em relação às crianças chegarem em casa falando em inglês. Em uma situação, uma mãe foi matricular sua filha em um curso de inglês externo, e a criança, após ver o programa oferecido, disse: ‘Eu prefiro o inglês da escola’.” Esse relato destaca um dos maiores valores que o Edify traz: a capacidade de engajar os alunos de tal maneira que eles reconhecem a qualidade e a relevância do aprendizado que recebem em sala de aula, a ponto de preferirem essa experiência ao invés de um curso externo.

Além de conquistar os alunos, o Edify também se destaca pelo apoio contínuo que oferece aos educadores. Fábricio Silva, Diretor Pedagógico do Colégio Darwin, no Espírito Santo, enfatiza a parceria sólida que sua instituição construiu com o Edify ao longo dos anos: “Temos uma parceria longa e saudável com o Edify. Eu costumo dizer que nós apostamos no Edify e o Edify apostou nas nossas unidades. Após cinco anos, podemos afirmar que temos uma parceria de real sucesso. Sempre que pensamos em um projeto piloto, algo diferente no ensino de inglês, conversamos com o Edify, que sempre topa estar junto conosco nesses projetos.” Esse depoimento revela a flexibilidade e o comprometimento do Edify em adaptar-se às necessidades específicas de cada escola, promovendo inovações que elevam a qualidade do ensino.

Sabemos também que a implementação de um programa bilíngue pode envolver desafios operacionais, no entanto, a implementação do Edify é facilitada por nossa abordagem planejada e orientação durante todo o processo de transição.

Confira o depoimento de Rafael Matsudo, diretor e mantenedor do Colégio Le Petit Nicolá, parceiro Edify.

O impacto dessas parcerias se reflete não apenas na satisfação de pais e alunos, mas também em métricas tangíveis como matrículas, retenção de alunos e qualidade pedagógica. Escolas que implementam o Edify relatam um aumento significativo na procura por novas matrículas, impulsionado pela reputação de excelência que o programa bilíngue traz. Além disso, a satisfação dos pais e responsáveis contribui para uma maior retenção dos alunos, criando um ciclo virtuoso de crescimento para a instituição.

Com essa sólida parceria de negócios, as escolas tem se tornado um verdadeiros cases de sucesso, especialmente pelo impacto positivo do bilinguismo. O compromisso em proporcionar um ensino de qualidade, alinhado às necessidades do mercado, reforça a confiança dos pais e garante resultados duradouros no desenvolvimento dos alunos.

Como simular o retorno da sua escola?

O retorno depende dos seus números, e a Calculadora Edify 2.0 faz essa conta em quatro etapas: dados da escola, aulas de inglês atuais, mensalidade com margem desejada e o resultado, que mostra a receita anual e quanto cada aluno pagaria a mais por mês. O cálculo detalhado chega por e-mail.

O que avaliar antes de escolher um programa bilíngue?

O valor de um programa bilíngue só se confirma se ele entregar aprendizado que a família consiga ver. Quatro critérios ajudam a comparar propostas:

  1. Formação contínua dos professores. Pergunte se há acompanhamento ao longo do ano e não só um treinamento inicial. É o desafio mais citado pelas escolas (38%).
  2. Aprendizado visível para as famílias. Veja como o parceiro mede a evolução dos alunos e mostra o resultado aos responsáveis, desafio de 30% das escolas.
  3. Carga horária e modelo. Confira quantas horas semanais de inglês e se o programa fica no horário regular ou no contraturno.
  4. Alinhamento à BNCC e suporte pedagógico. O programa precisa conversar com o currículo que a escola já cumpre e acompanhar cada fase da implantação.

No Edify, isso se traduz em avaliação recorrente do aprendizado, com dados usados para ajustar o ensino, formação com mentoria e relatórios no Edify Play para as famílias. O material didático da Learning Factory, editora do Edify, venceu o ELTons Awards.

O Diferencial Competitivo do Edify

Em um mercado educacional em constante evolução, oferecer um programa bilíngue de alta qualidade é um diferencial competitivo crucial para as escolas. Menos de 1% das instituições brasileiras oferece ensino bilíngue, o que significa que há um vasto território a ser explorado. Com sua abordagem única e comprovada, o Edify entrega não apenas um programa bilíngue, mas, sim, uma jornada completa de desenvolvimento educacional e profissional para alunos e professores. O resultado é uma instituição de ensino mais forte, com uma reputação sólida e um futuro promissor para seus alunos. Ao escolher o Edify, você está investindo na excelência educacional e no sucesso a longo prazo da sua escola.

Conte com o Edify para trazer o valor real de um programa bilíngue e transformar sua instituição em um centro de excelência que prepara os alunos para um mundo cheio de oportunidades!

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Perguntas frequentes sobre o valor de um programa bilíngue

Quanto custa um programa bilíngue para a escola?

Não há preço único. O valor depende das etapas atendidas, do número de alunos, da carga horária semanal e do programa escolhido. A Calculadora Edify 2.0 estima o impacto para a sua escola, e um consultor monta a proposta completa.

Quanto a escola pode cobrar a mais por um programa bilíngue?

O valor sai do custo do programa, da margem desejada e da mensalidade atual. No Panorama, 71% das escolas reajustaram a mensalidade após a implantação. A escola também pode optar por cobrar apenas o material didático.

Qual a diferença entre programa bilíngue e escola bilíngue?

Escola bilíngue tem currículo integrado em duas línguas, com 30% a 50% das atividades na língua adicional na Educação Infantil e no Fundamental (parecer CNE/CEB nº 2/2020). Programa bilíngue é um serviço de uma empresa parceira que amplia a carga de inglês dentro da escola.

Programa bilíngue dá retorno financeiro para a escola?

No Panorama, 83% das escolas com programa ganharam alunos e cerca de 1 em 3 cresceu mais de 40%. O resultado de cada escola depende de mensalidade, número de alunos e margem, e a Calculadora Edify 2.0 faz essa simulação.

A escola precisa contratar mais professores de inglês?

Nem sempre. Em 59% das escolas pesquisadas, o quadro de professores de inglês foi mantido depois da implantação. O que costuma pesar é a qualificação, por isso a formação continuada importa.

Programa bilíngue funciona no horário regular ou no contraturno?

As duas formas existem, e 84% das escolas pesquisadas implantaram no horário regular. No regular, o aluno aprende de forma mais integrada à rotina. No contraturno, o modelo costuma ser de adesão, com turmas menores.

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